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	<title>Ciclo Vital</title>
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	<description>Psicologia, perdas, lutos e desenvolvimento humano</description>
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		<title>Ciclo Vital</title>
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		<item>
		<title>IV COLÓQUIO DIREITO, MEDICINA E PSICANÁLISE</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 23:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[recebi programação do IV Colóquio, de uma amiga e estou divulgando. IV COLÓQUIO DIREITO, MEDICINA E PSICANÁLISE Curitiba, de 09 a 11 de junho de 2011 Local: Setor de Ciências da Saúde – Rua Padre Camargo nº 120 Inscrições e Certificados: www.posjur@ufpr.br Comissão Científica: Prof. Carlos Alberto Faraco, Prof. José Antônio Peres Gediel, Prof. Rogério Mulinari, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=257&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>recebi programação do IV Colóquio, de uma amiga e estou divulgando.</p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;">IV COLÓQUIO DIREITO, MEDICINA E PSICANÁLISE</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Curitiba, de 09 a 11 de junho de 2011</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Local: Setor de Ciências da Saúde – Rua Padre Camargo nº 120</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Inscrições e Certificados: www.posjur@ufpr.br</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Comissão Científica: Prof. Carlos Alberto Faraco, Prof. José Antônio Peres Gediel, Prof. Rogério Mulinari, Psic. Vânia Regina Mercer</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">                                               </span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">TEMA DO EVENTO</span></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">                        <strong>Vida, saúde e norma: intoleráveis ambiguidades</strong></span></span></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Apresentação e Justificativa:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">            </span></span></strong></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong> </strong>Muito embora a maior parte da população brasileira não tenha sequer acesso às tecnologias e fármacos de ponta, os limites da vida e da morte estão pretensamente passando a depender muito mais da possibilidade de acesso às novas tecnologias da saúde e do conhecimento médico em aplicá-las, do que da constituição física de cada indivíduo<strong>. </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Em decorrência, a saúde concebida como um direito fundamental exige a elaboração de políticas públicas complexas e que requerem enormes somas de recursos públicos para promover o acesso dos cidadãos aos novos fármacos e técnicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">A normatividade estatal, cuja centralidade é uma das marcas da modernidade, sofre a constante erosão e se adapta ao ritmo e à linguagem de “marcos normativos” fixados por inovações tecnológicas na área da saúde. Ao mesmo tempo, a gestão da vida e da morte passa a tratá-las como mercadoria – uma commodity monopolizada pelas grandes corporações da indústria farmacêutica. O jurídico passa a se legitimar por sua adequação, precisão e especialização em relação à técnica. Os conflitos em torno da saúde são cada vez mais judicializados e potencializados.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Formam-se novas comunidades e redes, que ultrapassam as categorias políticas e sociais clássicas, aproximando desiguais e superando nacionalidades, com base em aspectos positivos do sujeito ou negativos de determinadas doenças ou epidemias.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">A subjetividade encontra-se profundamente afetada, diante da crença no avanço ilimitado das novas tecnologias da saúde, disputadas por sujeitos postos em diferentes posições sociais: portadores/ destinatários/ pacientes/ usuários;  pesquisadores/ médicos/ profissionais da saúde/ e da informática; produtores/ fabricantes, e gestores de políticas públicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">O corpo ganha novos significados para todos esses sujeitos, que ora o vêem como sede própria para aplicação de técnicas voltadas à manutenção da saúde e da vida; o vislumbram como fonte de materiais e dados genéticos aplicáveis às artes e às novas descobertas;  o identificam como matéria-prima para a fabricação de novos produtos ou, ainda, como base de acesso a novas estratégias de poder. </span></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> Na sociedade tecnológica, os indivíduos lançados na condição de portadores/  destinatários/ pacientes/ usuários das novas tecnologias da saúde experimentam a profunda solidão do afrouxamento dos laços sociais promovidos no processo de laicização dos primórdios da modernidade, em que as relações asseguradas pelo direito passaram a ser as únicas legitimadas pela coletividade.  </span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Os pesquisadores e médicos têm seu poder e prestígio aumentados, à medida que aderem às novas tecnologias propostas pelo florescente mercado da saúde. As relações médico-paciente são alteradas por técnicas que, cada vez mais, diminuem o contato direto entre os polos dessa relação. Da saúde voltada a controlar a higidez física dos trabalhadores chega-se à impossibilidade do controle das epidemias. Cada epidemia revela, sucessivamente, à ciência, na pessoa do médico, os seus limites. Em um processo de defesa funcional coletiva, a indiferença médica encobre o sofrimento dos profissionais da saúde, cabendo à formação médica acolher e trabalhar suas defesas.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">As corporações produtoras de fármacos e tecnologias investem na coleta, classificação, estocagem, pesquisa e identificação de elementos extraídos do humano que propiciem a fabricação de novos produtos ou a reprodução desses mesmos elementos a serem colocados no mercado, em colaboração com gestores públicos. </span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Ciência, mercado e poder têm como destinatário final a vida dos sujeitos, explorando as questões narcísicas de recusa à infertilidade, do desejo de eterna juventude e imortalidade. A falta, a morte e a doença apresentam-se intoleráveis.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Diante de tais desafios, este IV Colóquio convoca os detentores de distintos saberes a reconhecerem as insuficiências de cada campo, para se colocarem como sujeitos políticos no debate sobre as relações de poder engendradas pelas tecnologias da saúde no campo da subjetividade, da normatividade e das ciências da vida. Ouçamos as vozes da arte e os silêncios dos sujeitos.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">PROGRAMAÇÃO: </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dia 09/06 – (quinta-feira)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Manhã</span>:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">8,30 h   – Credenciamento</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">9,00 h   – Abertura</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">9,30 h   – Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">10,30 h &#8211; Conferência de Abertura</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Tarde</span>: </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fórum sobre cuidados paliativos</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">14,30 h – 1º Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">16,00 h – 2º Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Noite</span>:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">19,30 h. – 1ª Conferência</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">21,00 h. -  2ª Conferência</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dia 10/06 – (sexta-feira)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Manhã</span>:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">8,30 h   – Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">10,30 h &#8211; Conferência </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Tarde</span>: </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fórum de Literatura, Medicina e Direito</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">14,30 h – 1º Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">16,00 h – 2º Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Noite</span>:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">18,30 h. – Lançamento de livros</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">19,30 h. &#8211; 1ª Conferência</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">21,00 h. &#8211; 2ª Conferência</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dia 11/06 – (sábado)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Manhã</span>:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">8,30 h  – Conferência</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">9:30 Painel</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">11,30 h  &#8211; Conferência de Encerramento</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="text-decoration:underline;">Tarde</span>: </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Das 15,00 às 18,00 horas – OFICINAS SIMULTÂNEAS -</span></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Inscrições Obrigatórias – Vagas Limitadas e Certificados Específicos-3hs.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Todas as Oficinas serão apresentadas por dois Debatedores e secretariadas por um Coordenador – 01 hora de apresentação e 02 horas de debates</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Oficina A – Maternidades – Programa Brasileirinhos e Brasileirinhas–MS</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Oficina B -  Ética, Aborto e Eutanásia – Interfaces com as Religiões </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Oficina C -  Ruídos e Silêncios nos CTI’s</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Oficina D-  Biopolítica e Saúde Pública </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Oficina E – Corpo, Arte e Norma</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Convidados Internacionais</span></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Armelle Giglio-Jacquemot ( Antropóloga – Universidade Lille III – França)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Daniele Brun ( Psicanalista filiada à Association Espace Analytique de Paris  Universidade Paris VII)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Jason Szabo ( Médico-Chefe da Unidade de Infectologia do Hospital Geral de Montréal – Prof. de Historia da Medicina da Universidade MacGill – Montréal)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Jean-Caude Métraux  (Médico Psiquiatra – Universidade de Lausanne- Suiça)</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Patrick De Neuter ( Psiquiatra e psicanalista filiado à Association Espace Analytique de Paris &#8211; Universidade de Louvain – Bélgica)  </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">TRADUÇÃO /VERSÃO: Laura Pereira</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">PROMOÇÃO:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR/CAPES</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Centro de Estudos em Segurança Pública e Direitos Humanos &#8211;  UFPR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Programa de Travessias </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Association Espace Analytique de Paris</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Société Médicine et Psichanalyse-Paris</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">APOIO:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Vice Reitoria da UFPR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Setor de Ciências da Saúde da UFPR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Setor de Ciências Jurídicas da UFPR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Editora UFPR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fundação Cultural de Curitiba</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Conselho Regional de Psicologia/PR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Conselho Regional de Serviço Social/PR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Conselho Regional de Medicina/PR</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Associação Médica do Paraná </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Associação Psicanalítica de Curitiba</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Biblioteca Freudiana de Curitiba</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Amigos Solidários do Luto</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Unidade de Neurologia de Curitiba</span></span></strong></p>
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	</item>
		<item>
		<title>como deixar os filhos crescerem?</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/07/19/como-deixar-os-filhos-crescerem/</link>
		<comments>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/07/19/como-deixar-os-filhos-crescerem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 14:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[psi]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimeno infantil]]></category>
		<category><![CDATA[laços afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[relação pais e filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se planeja ter um filho se inicia um projeto de vida, recheado de sonhos e expectativas, ao menos é assim que deveria ser&#8230; Tenho refletido muito sobre a falta destas expectativas e sonhos, dos pais em relação ao futuro dos filhos, ou melhor, sobre a não comunicação destas no relacionamento familiar. Não como cobrança, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=247&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se planeja ter um filho se inicia um projeto de vida, recheado de sonhos e expectativas, ao menos é assim que deveria ser&#8230;</p>
<p>Tenho refletido muito sobre a falta destas expectativas e sonhos, dos pais em relação ao futuro dos filhos, ou melhor, sobre a não comunicação destas no relacionamento familiar. Não como cobrança, mas como desejo de crescimento, de sucesso, de construção. Mas este é um outro assunto, inclusive, citado no post anterior.</p>
<p>Meu foco aqui é discutir a complexidade da tarefa de educar para o mundo&#8230; Isso já foi tema de outros posts, mas gostaria de aproveitar um momento especial da minha vida para tratar de um aspecto deste tema como experiência pessoal, também.</p>
<p>Quem trabalha com desenvolvimento infantil sabe da importância de desenvolver a autonomia, a autoconfiança das crianças. No entanto, muitas vezes, esquecemos que o adulto também precisa desenvolver-se, trabalhar seus medos e inseguranças para poder permitir que a criança cresça.</p>
<p>Como pais, precisamos garantir que nossos filhos conheçam nosso afeto e sintam nele segurança e suporte. Quando este laço afetivo é forte e foi bem construído, mesmo estando longe de nós, nossos filhos sentem-se amparados  e seguros, podem confiar na nossa palavra quando dizemos que vai ficar tudo bem, que eles podem sair para o mundo dando passos firmes e confiantes. E que, se precisarem de nós estaremos lá, sem demora.</p>
<p>Na sexta-feira passada, minha filha de 4 anos viajou com os avós paternos para a casa deles em Joinville, vai passar 1 semana lá. Isso é uma grande conquista para nós duas. Mas o que é preciso ressaltar é que tal conquista foi construída por nós duas, na força de nossos laços afetivos, na confiança entre nós.</p>
<p>Embora tenha ouvido muitas e muitas vezes antes, que eu não deixava ela ficar, que ela poderia ficar dias com os avós. Esta é a primeira vez que ela vai.</p>
<p>Sei que para quem não trabalha com desenvolvimento infantil tudo parece simples, é apenas questão de deixar ou não deixar. Não se percebe a importância do sucesso desta primeira aventura na vida da criança. Para que este sucesso ocorra, não basta que a criança goste muito das pessoas que com ela ficarão, é necessário que ela tenha o mínimo de condições intelectuais para saber do que se trata, e recursos emocionais para não sofrer com a ansiedade de separação.</p>
<p>Não adianta dizer para uma criança de 2 anos que ela ficará 1 semana de férias com os avós, ela não tem a menor idéia do que seja 1 semana, ela ainda chama ontem de amanhã&#8230; A passsagem do tempo é uma questão muito complexa nesta idade, muitos dias longe dos pais, ou de seu cuidador principal, pode ser sentida como abandono.</p>
<p>Desta maneira, causar sofrimento, interferindo severamente em seus sentimentos com relação a afastamentos temporários, e, muitas vezes, impossibilitando férias posteriores.</p>
<p>Não é nosso papel, enquanto pais, apenas deixar ou não, esta não deve, de forma alguma, ser uma decisão por capricho ou que dependa de nosso humor ou estado de espírito. Precisamos, antes de mais nada, diante de um novo desafio para nossos filhos, prepará-los, fortalece-los para que alcancem o sucesso e sejam felizes. Para que possam, no momento adequado, sair de perto de nós, sentindo-se seguros e confiantes no nosso afeto e suporte.</p>
<p>Bem, 4 dias já se passaram e, ao que tudo indica, esta é apenas a primeira de muitas férias de sucesso para a Sofia. E para mim, como mãe, um momento de satisfação e orgulho por ajudar minha princesa a crescer para o mundo. E assim, quem sabe, crescer com autonomia, confiança no seu próprio potencial e no afeto entre mãe e filha.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kolinskifischer.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kolinskifischer.wordpress.com/247/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=247&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Apatia&#8230; Será este um mal de nossos adolescentes?</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/07/14/apatia-sera-este-um-mal-de-nossos-adolescentes/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[psi]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[limites]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[relações afetivas]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento entre pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o ano passado, tenho frequentado diferentes escolas para realizar minha pesquisa de mestrado (Estudo sobre Depressão e comportamentos autodestrutivos na adolescência). Tenho percebido um nível de apatia nos adolescentes, bem maior do que eu esperava. Em nenhum momento, até agora,  senti má vontade ou desrrespeito de ningúem, pelo menos não à minha pessoa. O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=227&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o ano passado, tenho frequentado diferentes escolas para realizar minha pesquisa de mestrado (Estudo sobre Depressão e comportamentos autodestrutivos na adolescência).</p>
<p>Tenho percebido um nível de apatia nos adolescentes, bem maior do que eu esperava. Em nenhum momento, até agora,  senti má vontade ou desrrespeito de ningúem, pelo menos não à minha pessoa.</p>
<p>O que parece é que muitos não tem nenhum projeto de futuro, perspectivas, sonhos e ideais. O sentimento parece ser de comodismo.</p>
<p>Será que nossos adolescentes estão sendo vitimados nossa falta de referências na educação de nossos filhos?</p>
<p>Houve um tempo em que os pais tinham autoridade em casa, eram respeitados e tinham expectativas em relação aos filhos. O projeto de futuro dos filhos começava muito antes que eles pudessem fazer suas próprias escolhas. Este projeto de vida começava a ser contruído pelos pais, com sonhos e expectativas com relação ao futuro dos filhos.</p>
<p>Da mesma forma, a escola (professores, orientadores, coordenadores) tinha autoridade sobre a educação das crianças, orientava os pais na sua condução e era ouvida.</p>
<p>Hoje me parece que os pais não tem referências que possam dar um norte ao seu papel junto aos filhos. Não há mais respeito à autoridade e os pais  têm medo de exercer sua função na colocação de regras, limites e perder o &#8220;amor&#8221; dos filhos. Acham que já saem demais de casa para trabalhar, não conseguem dar toda a atenção que acham que deveriam, então, fazem &#8220;vista grossa&#8221; para muitas coisas.</p>
<p>Da mesma forma, a escola não têm  mais autoridade para colocar limites, se pune o desrespeito as regras, recebe reclamações dos pais. Quando os professores exigem mais dos alunos, na escola pública eles são aprovados por conselho de classe e na privada os pais vão protestar contra as notas baixas (não querem pagar mensalidades da mesma série duas vezes, caso ocorra uma reprovação).</p>
<p>Se as regras não são ensinadas em casa e nem na escola, como as crianças vão aprendê-las? Como vão aprender a lutar, a conquistar?</p>
<p>Se em casa não esperamos mais de nossos filhos e na escola não se exige mais deles, como eles podem sonhar com mais, sonhar com um futuro diferente.</p>
<p>Me parece que só lhes resta ficar &#8220;parados&#8221; no tempo, à espera de que a vida passe.</p>
<p>Precisamos resgatar o sonhos, os projetos e ensinar nossas crianças e adolescentes a sonhar com um futuro melhor, que posssa se construido por eles.</p>
<p>A adolescência era a epoca de grandes ideais, dos sonhos de salvar a humanidade, de fazer alguma diferença no mundo.</p>
<p>Onde está esta adolescência? Onde está o adolescente sonhador e idealista ? O adolescente com vigor e energia para construir seu projeto de vida?</p>
<p>Deve estar preso dentro dos adolescentes apáticos que estão nas salas de aula.</p>
<p>Vamos lá, pais, professores, tios, avós, profissionais da saúde, que tal resgatarmos estes adolescentes?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kolinskifischer.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kolinskifischer.wordpress.com/227/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=227&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>pesquisa sobre cuidados paliativos em 40 países</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/07/14/pesquisa-sobre-cuidados-paliativos-em-40-paises/</link>
		<comments>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/07/14/pesquisa-sobre-cuidados-paliativos-em-40-paises/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[tanatologia]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados paliativos]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[MORTE]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de morte]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram divulgados hoje,  pela BBC , os resultados de uma pesquisa realizada pela consultoria Economist Intelligence Unit (Grã-Bretanha) em 40 países. A pesquisa analisou indicadores quantitativos e qualitativos sobre a qualidade de morte, ou seja,  qualidade e quantidade de serviços de cuidados paliativos oferecidos no país. Entre os 40 países pesquisados está o Brasil que ficou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=240&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram divulgados hoje,  pela BBC , os resultados de uma pesquisa realizada pela consultoria Economist Intelligence Unit (Grã-Bretanha) em 40 países.</p>
<p>A pesquisa analisou indicadores quantitativos e qualitativos sobre a qualidade de morte, ou seja,  qualidade e quantidade de serviços de cuidados paliativos oferecidos no país. Entre os 40 países pesquisados está o Brasil que ficou com o 38° lugar e está entre os últimos colocados, juntamente com a China, a Índia e a Rússia.</p>
<p>Os 3 primeiros colocados foram: Grã-Bretanha, Austrália e Nova Zelândia.</p>
<p>Ainda, segundo os pesquisadores, mesmo em países desenvolvidos e com um sistema de atendimento em saúde de qualidade, muitas pessoas sofrem com mortes de baixa qualidade e com pouca assistência espefífica.</p>
<p>De acordo com dados  da Aliança Mundia de Cuidado Paliativo, cerca de 100 milhões de pacientes e familiares necessitam de acesso à cuidados paliativos todos os anos, mas apenas 8% são atendidos.</p>
<p>Pesquisas como esta nos mostram quão grande é a dificuldade do ser humano em lidar com a finitude e a morte. Muitas vezes, pacientes fora de possibilidade de cura nos lembram que somos todos mortais e que a morte faz parte da vida de todos, coisa que nos esforçamos muito para esquecer. E então, é isso que fazemos também com estes pacientes, &#8220;esquecemos&#8221;&#8230;</p>
<p>Depois de mais de 10 anos estudando a Tanatologia, percebo que hoje estamos mais próximos de entender a necessidade de compreender a morte, eleborar nossos lutos e considerar estas questões como de extrema importância para a qualidade de vida de todos, seja qual for a idade, o país, a cultura.</p>
<p>Aqui ficam alguns links de onde a pesquisa da Grã-Bretanha foi citada hoje:</p>
<p><cite><a href="http://www.bbc.co.uk/.../100714_qualidade_morte_ir.shtml">www.bbc.co.uk/&#8230;/100714_<strong>qualidade</strong>_<strong>morte</strong>_ir.shtml</a></cite></p>
<p><cite><cite><strong>g1</strong>.globo.com/&#8230;/brasil-e-antepenultimo-em-ranking-de-<strong>qualidade</strong>-da-<strong>morte</strong>.html</cite></cite></p>
<p><cite><cite><cite>oglobo.globo.com/&#8230;/brasil-antepenultimo-em-ranking-de-<strong>qualidade</strong>-da-<strong>morte</strong>-917142106.asp</cite></cite></cite></p>
<p><cite><cite><cite><cite>br.noticias.yahoo.com/&#8230;/manchetes-brasil-3-pior-ranking-<strong>qualidade</strong>.html</cite></cite></cite></cite></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kolinskifischer.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kolinskifischer.wordpress.com/240/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=240&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Curso de extensão em Tanatologia</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/05/04/curso-de-extensao-em-tanatologia/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 16:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[psi]]></category>
		<category><![CDATA[tanatologia]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[MORTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha colega da Comissão de Tanatologia do CRP, Thereza, organizou um curso de extensão na PUC Paraná. Abaixo, segue cartaz de divulgação do evento, que tem inscrições até amanhã (05/05). para visualizar melhor o texto, clicar sobre a imagem para abrir em uma página separada e novamente na imagem para ampliar. Bom curso aos que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=233&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha colega da Comissão de Tanatologia do CRP, Thereza, organizou um curso de extensão na PUC Paraná.</p>
<p>Abaixo, segue cartaz de divulgação do evento, que tem inscrições até amanhã (05/05).</p>
<p><a href="http://kolinskifischer.files.wordpress.com/2010/05/tanatologia-curso-there.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-234" title="Tanatologia curso there" src="http://kolinskifischer.files.wordpress.com/2010/05/tanatologia-curso-there.jpg?w=450&#038;h=450" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
<p>para visualizar melhor o texto, clicar sobre a imagem para abrir em uma página separada e novamente na imagem para ampliar.</p>
<p>Bom curso aos que forem participar!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kolinskifischer.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kolinskifischer.wordpress.com/233/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=233&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

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			<media:title type="html">Tanatologia curso there</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>corre, corre</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/04/28/corre-corre/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 23:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Infelizmente não tenho conseguido atualizar o blog como eu gostaria. Estou no corre, corre com a pesquisa do mestrado. Serão, ao final, 900 adolescentes em 37 escolas envolvidas. Ufa, quanta gente&#8230; Surgem muitos temas sobre os quais sinto vontade de escrever, nas aulas do mestrado, no dia-a-dia da pesquisa. O que falta mesmo é tempo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=224&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente não tenho conseguido atualizar o blog como eu gostaria. Estou no corre, corre com a pesquisa do mestrado. Serão, ao final, 900 adolescentes em 37 escolas envolvidas. Ufa, quanta gente&#8230;</p>
<p>Surgem muitos temas sobre os quais sinto vontade de escrever, nas aulas do mestrado, no dia-a-dia da pesquisa. O que falta mesmo é tempo para organizar as idéias e escrever.</p>
<p>Até mais!!</p>
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		<title>Lidando com a morte.</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 01:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[tanatologia]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados paliativos]]></category>
		<category><![CDATA[equipe de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[escuta]]></category>
		<category><![CDATA[MORTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui procurada, ontem, pelo  jornalista Vinicius Boreki que estava escrevendo uma matéria sobre o novo código de Ética Médica. O tema sobre o qual ele gostaria de obter esclarecimentos comigo era a ortotanásia, mais específicamente sobre os aspectos emocionais ligados a situação de pacientes com doenças graves e fora de possibilidade de cura. Considero esta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=218&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui procurada, ontem, pelo  jornalista Vinicius Boreki que estava escrevendo uma matéria sobre o novo código de Ética Médica. O tema sobre o qual ele gostaria de obter esclarecimentos comigo era a ortotanásia, mais específicamente sobre os aspectos emocionais ligados a situação de pacientes com doenças graves e fora de possibilidade de cura.</p>
<p>Considero esta questão extremamente delicada e de enorme importância na área da saúde. Como já disse anteriormente, a morte é rechaçada na nossa Sociedade. Procuramos, a todo momento, nos distanciar de assuntos que se relacionem com a finitude do ser humano, procuramos vencer a morte a todo custo, evitar o envelhecimento e tentamos nos sentir cada vez mais invencíveis e poderosos.</p>
<p>A morte é, sem sombra de dúvida, a maior ferida ao nosso narcisismo. Temos vivido assim por um longo tempo.</p>
<p>Sabemos que ao longo da História da Humanidade, nem sempre a nossa postura diante da morte foi esta.</p>
<p>Houve um tempo em que a morte era um acontecimento público e familiar. Não se morria dentro de hospitais e sim, em casa, cercado de familiares e amigos, inclusive das crianças, que participavam com naturalidade deste momento.</p>
<p>Com o passar do tempo, nossa postura foi mudando (quem tiver interesse em conhecer melhor este processo histórico pode buscar informações no livro: A história da morte no ocidente, de Philipe Ariès), até chegarmos a total medicalização da morte, onde ela passa a ocorrer dentro dos hospitais e se torna um momento de grande solidão.</p>
<p>A humanização do atendimento em saúde, passa a colocar, atualmente, o paciente em uma posição mais atuante, ou seja, não mais como um número de leito, mas como agente colaborador em seu próprio tratamento.</p>
<p>O novo código de ética médica vem de encontro a isto, colocando o paciente como sujeito com voz e espaço para participar das decisões acerca de seu tratamento, óbviamente, com auxílio, esclarecimento e orientação de seu médico.</p>
<p>No entanto, é necessário, e muito importante, que tenhamos clareza das implicações de se discutir a adoção de cuidados paliativos com o paciente e sua família. Falar sobre a impossibilidade de cura e sobre a proximidade da morte exige do profissional mais que preparo técnico acerca do tratamento. Colocando a necessidade de preparo emocional para lidar com todos os sentimentos que esta situação pode despertar. Tais sentimentos podem vir tanto do paciente e de sua família, como do próprio profissional  que, afinal de contas, é humano também.</p>
<p>&#8220;A morte do outro configura-se como uma vivência de morte em vida. É a possibilidade de experiência da morte que não é a própria, mas é vivida como  se uma parte nossa morresse, uma parte ligada ao outro pelos vínculos estabelecidos&#8221;. (Kovács, M. J., 1992, p. 149)</p>
<p>Lidar com a morte para profissionais de saúde será parte do seu dia-a-dia de forma natural e serena á medida em que estiverem preparados e encontrarem suporte para lidar com os sentimentos gerados.</p>
<p>Aprender a lidar com a finitude de forma saudável pode significar mais qualidade de vida aos profissionais e um atendimento mais eficaz e acolhedor aos pacientes.</p>
<p>Fica aqui uma interrogação: Nós, profissionais da área da saúde, aprendemos a lidar com a morte em nossa formação acadêmica?</p>
<p>Segue, abaixo parte da matéria do jornalista Vinicius Boreki, publicada, hoje, no Jornal A Gazeta do Povo.  Ao final, link para acesso ao site do jornal.</p>
<h3>Médico terá de ouvir paciente</h3>
<p>Novo código de ética obriga profissional a apresentar tratamentos possíveis. E a decisão sobre a melhor opção é feita em conjunto com o doente</p>
<p><tt>Publicado em 13/04/2010 | <em>Vinicius Boreki</em></tt></p>
<p>Depois de dois anos de discussão, um novo Código de Ética Médica passa a vigorar em todo o Brasil. Criado em 1988, o documento anterior estava desatualizado em aspectos relacionados ao avanço da tecnologia nas últimas duas décadas, sobretudo na medicina genética. Além de inovações tecnológicas, os artigos do código focam na criação de uma nova forma de relação médico-paciente, fazendo com que o doente tome decisões em conjunto com o profissional. Outra grande novidade é a possibilidade da ortotanásia – processo que ocorre quando o paciente opta por não continuar um tratamento que já não tem mais chance de curá-lo e recebe medicamentos para amenizar seu sofrimento até a morte.</p>
<div id="psdotexto">
<p>“O código fortalece o compromisso do médico com a sociedade brasileira. Houve definições a respeito do comportamento ético, adequando às necessidades atuais e aos novos dilemas e desafios que a atividade contemporânea exige”, diz Gerson Zafalon Martins, segundo secretário do Conselho Federal de Medicina. O documento também estabelece uma nova postura do paciente na relação com o médico. “Não é mais o médico que define sozinho o que deve ser feito. Ele vai explicar os procedimentos e tomar a decisão em conjunto com o paciente”, afirma Martins.</p>
<p>//</p>
<div id="conteudoesquerda">
<div id="extraconteudo">
<h5>Qual a diferença?</h5>
<p>Entenda os conceitos envolvidos na discussão sobre a humanização da morte:</p>
<p><strong>Ortotanásia</strong></p>
<p>É permitir que a morte ocorra naturalmente. Com consentimento do paciente ou da família, são reti­rados suportes que prolongam a sua vida artifi­cialmente, mas o paciente é submetido a terapias que amenizam a dor e o sofrimento da doença.</p>
<p><strong>Eutanásia</strong></p>
<p>É a antecipação do momento da morte.</p>
<p>A morte não é iminente, o paciente tem condições de viver por mais tempo, mas medidas são tomadas para acelerar o processo.</p>
<p><strong>Distanásia</strong></p>
<p>É o prolongamento do momento da morte. A morte é iminente, mas aparelhos ou medicamentos invasivos são utilizados para adiar o fim da vida do paciente, sem que haja cura ou perspectiva de melhora. Geralmente causa sofrimento.</p>
</div>
<p>O Conselho Federal de Me­­dicina havia decretado resolução semelhante anteriormente. Com o novo Código de Ética Mé­­dica, contudo, o profissional po­­de receber pena se desrespeitar a opinião do paciente. Para que haja a punição, é necessário que ele seja denunciado e que exista comprovação de omissão.</p>
</div>
<p>Para Orlei Kantor Junior, médico pneumologista pediátrico, o código “puxa a orelha” da classe médica para que volte a examinar os pacientes de forma concreta em vez de insistir na solicitação de exames complementares. “Os médicos estão examinando menos e buscando mais exames complementares, diminuindo a qualidade da medicina”, avisa Kantor Junior. “Isso favorece apenas os planos de saúde”, completa.</p>
<p><strong>Ortotanásia</strong></p>
<p>A mais polêmica das mudanças diz respeito à inserção da ortotanásia. De acordo com o presidente do Conselho Federal de Me­­dicina (CFM), Roberto Dávila, como o Código de Ética anterior não entrava no assunto, muitos médicos se viam compelidos a realizar procedimentos que apenas prolongavam a dor do paciente, ato conhecido como “obstinação terapêutica”. Já existe, no CFM, a possibilidade de criação do “testamento vital”, documento, existente em países como Portugal e Espanha, que dá autorização a alguém para decidir questões relativas à sua saúde, caso esteja inconsciente. Até o final do ano, a resolução deve entrar em vigor.</p>
<p>Regulamentada no Brasil pelo CFM em 2006 e suspensa, no ano seguinte, por iniciativa do Ministério Público Federal de Brasília, a ortotanásia é assunto do Projeto de Lei 6.715/09. Aprovado no Senado, e em fase de trâmite pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, ele pretende alterar o Decreto-Lei n.º 2.848/40, excluindo a ilicitude da ortotanásia. Existem, no entanto, inúmeras instituições que adotam os procedimentos da ortotanásia no Brasil. O presidente da Sociedade de Anestesiologia de São Paulo e representante do estado no CFM, Desiré Callegari, não considera que haja conflito com a lei. “É apenas uma orientação de como seguir em casos em que não exista tratamento”, diz. “O paciente terá todo o acompanhamento até a sua morte”, completa.</p>
<p>Psicóloga especialista em Saúde Mental e membro da Comissão de Tanatologia do Conselho Regional de Psicologia, Joyce Kolinski Fischer considera que muitos médicos não estão autorizados a lidar com a ortotanásia. “Parece estranho ver, dentro de um hospital, pessoas que não sabem lidar com a morte. Quando não há mais possibilidade, os médicos precisam estar preparados para aceitar e não abandonar o paciente”, avalia Joyce. Pelo novo código, esse tipo de atitude é vedada para a classe. “Quando a gente pensa na morte, pensa em fracasso. Como nossa cultura valoriza o bonito, a vitória e o belo, essa aceitação é complexa por parte do paciente e do médico”, acrescenta Joyce.</p>
<p>A limitação, para Joyce, é fruto da falta de preparo das escolas de Medicina. “A faculdade não trabalha a morte, não existe nenhuma disciplina que trabalhe as questões envolvidas na morte de um paciente”, diz.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><em>Os principais pontos do novo código de ética:</em></span></p>
<p><strong>LETRA LEGÍVEL</strong></p>
<p>A receita e o atestado médico têm de ser legíveis e devem ter a identificação do médico.</p>
<p><strong>DIREITO DE ESCOLHA</strong></p>
<p>O médico deve apresentar as possibilidades terapêuticas e aceitar a escolha do paciente.</p>
<p><strong>CONSENTIMENTO ESCLARECIDO</strong></p>
<p>O paciente precisa dar o consentimento a qualquer procedimento a ser realizado, salvo em caso de risco iminente de morte.</p>
<p><strong>ABANDONO DE PACIENTE</strong></p>
<p>O médico não pode abandonar seu paciente.</p>
<p><strong>PACIENTES SEM PERSPECTIVA DE CURA</strong></p>
<p>O médico deve evitar procedimentos desnecessários nesses pacientes. Em caso de doenças incuráveis, deve oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis, levando sempre em conta a opção do paciente</p>
<p><strong>PRONTUÁRIO MÉDICO</strong></p>
<p>O paciente tem direito a receber a cópia do prontuário médico.</p>
<p><strong>SEGUNDA OPINIÃO</strong></p>
<p>O paciente tem direito a uma segunda opinião e a ser encaminhado a outro médico.</p>
<p><strong>ANÚNCIOS PROFISSIONAIS</strong></p>
<p>É obrigatório incluir o número do CRM em anúncios dessa natureza.</p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO EM PROPAGANDA</strong></p>
<p>O médico não pode participar de propaganda.</p>
<p><strong>RECEITA SEM EXAME</strong></p>
<p>O médico não pode receitar sem ver o paciente, seja por meio de veículo de comunicação ou internet.</p>
<p><strong>RELAÇÕES COM FARMÁCIAS</strong></p>
<p>O médico não pode ter relação com o comércio e a farmácia.</p>
<p><strong>CONDIÇÕES DE TRABALHO</strong></p>
<p>O médico pode recusar a exercer medicina em locais inadequados.</p>
<p><strong>DENÚNCIA DE TORTURA</strong></p>
<p>O médico é obrigado a denunciar tortura, isso vale para atendimento de possíveis vítimas de violência doméstica, por exemplo.</p>
<p><strong>DESCONTOS E CONSÓRCIOS</strong></p>
<p>O médico não pode estar vinculado a cartões de descontos e consórcios, em especial na área de cirurgia plástica.</p>
<p><strong>MANIPULAÇÃO GENÉTICA</strong></p>
<p>O médico não pode participar de manipulação genética.</p>
<p><strong>SEXAGEM</strong></p>
<p>A escolha do sexo do bebê é vedada na reprodução assistida.</p>
<p>* * * * *</p>
<p>link para a matéria no site do jornal A Gazeta do Povo <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/saude/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=992215&amp;tit=Medico-tera-de-ouvir-paciente">http://www.gazetadopovo.com.br/saude/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=992215&amp;tit=Medico-tera-de-ouvir-paciente</a></p>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre o Festival de Teatro de Curitiba</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/03/29/sobre-o-festival-de-teatro-de-curitiba/</link>
		<comments>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/03/29/sobre-o-festival-de-teatro-de-curitiba/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 14:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post é mais um lamento do que qualquer outra coisa&#8230; Nas últimas semanas tivemos, em Curitiba, um festival de Teatro, que reúne um número considerável de artistas e de expectadores. Dito assim, podemo pensar, nossa que bom, que evento cultural interessante&#8230; Pena que não é bem assim. Como expectadora comprei ingressos para 3 eventos, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=214&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post é mais um lamento do que qualquer outra coisa&#8230;</p>
<p>Nas últimas semanas tivemos, em Curitiba, um festival de Teatro, que reúne um número considerável de artistas e de expectadores.</p>
<p>Dito assim, podemo pensar, nossa que bom, que evento cultural interessante&#8230;</p>
<p>Pena que não é bem assim. Como expectadora comprei ingressos para 3 eventos, dois musicais infantis e uma peça para adultos.</p>
<p>Começando pela peça, que não consegui assistir, pois perdemos o horário tentando procurar um endereço que não existia.</p>
<p>No caderno oficial do festival, o local onde  a peça seria exibida estava com endereço que não existe. Seguindo as indicações do caderno, inclusive mapa, não chegamos a lugar nenhum&#8230; Não posso dizer se a peça era realmente boa, porque, apesar de ter comprado ingresso para vê-la, não consegui achar o endereço correto a tempo, pois confiei na indicação da organização do Festival.</p>
<p>Um dos musicais, por sorte, correu conforme o programado. Não havendo nenhum grave imprevisto. Quanto a qualidade do espetáculo, sem comentários, maravilhosa. Me emocionei ao lado da minha filha e lembrei maravilhosos momentos da minha infância, cantando : &#8220;nós gatos já nascemos pobres, porém, já nascemos livres&#8230;&#8221; Sim, eram os Saltimbancos&#8230; estava excelente. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1j8wFVeuGIQ">http://www.youtube.com/watch?v=1j8wFVeuGIQ</a></p>
<p>Deu mais vontade ainda de assistir a Adriana Partimpim, no sábado.</p>
<p>Eis que chegou o sábado, 21 horas, horário marcado no ingresso, e quando chegamos lá o espetáculo já havia terminado. Como, um espetáculo que começaria às 21 horas acabou antes mesmo de começar? Inacreditável&#8230; alteraram o horário do espetáculo e esqueceram das pessoas que haviam comprado os ingressos&#8230; Que maravilha, explicar para uma criança de 3 anos que não iria mais assistir ao show pois o mesmo já havia acabado.</p>
<p>O resultado foi uma decepção tremenda e meia hora de choro da Sofia na porta da Ópera de Arame, inconformada.</p>
<p>Ah, eles estavam devolvendo o dinheiro de quem comprou os ingressos e não adivinhou que o espetáculo que começava às 21 começou às 19 horas.</p>
<p>Mas a organização divulgou no rádio, paciência se vocês não ouviram a rádio certa na hora necessária&#8230;</p>
<p>Nós e mais uma fila de pessoas estávamos reclamando e tentando acalmar nossos  filhos que queriam muito assistir ao show&#8230; Todos os que não ouviram rádio na semana passada&#8230;</p>
<p>Ah, outra super vantagem oferecida pela organização do festival, aos desavisados, foi trocar seu ingresso de primeira fila por um no cantinho da última, no dia seguinte. Algumas pessoas, com pena de privar seus filhos de assistir ao show aceitaram, protestando, mas aceitaram.</p>
<p>Não pude me conformar com isso e me dirigi até a bilheteria oficial, no Park Shopping Barigui, e depois de 40 minutos de espera, consegui falar com alguém da organização, que não conseguiu me dar nenhuma explicação aceitável e como única forma de reparação conseguiu ingressos para o domingo, em um lugar melhor que a última fila. Por falta de opção e por consideração a minha filha, aceitei.</p>
<p>Felizmente o show foi lindo, a Adriana Partimpim foi fantástica, o show divertido, delicado, muito bem feito e super animado. A Sofia dançou e bateu palmas sem parar. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=K7Tej6g_oHY&amp;feature=related">http://www.youtube.com/watch?v=K7Tej6g_oHY&amp;feature=related</a> (vídeo da música saiba) <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HemjT-099ZE&amp;feature=channel">http://www.youtube.com/watch?v=HemjT-099ZE&amp;feature=channel</a> (vídeo de lig lig lig lé)</p>
<p>Partindo destas 3 experiências que tive e dos relatos que ouvi ,de artistas de outros espetáculos que se solidarizaram conosco na porta da Ópera de Arame no sábado, só posso lamentar, que um evento com potencial  para ser ótimo fique à mercê de uma comissão organizadora de tão pouca competência, seriedade e respeito como os artistas e o público. </p>
<p>Curitiba merece mais, muito mais e o Festival de Teatro, para ser uma marca da cidade, precisa de outro tipo de organização, ou melhor, precisa de organização, que parece que foi o que não ouve nesta edição.</p>
<p>Que pena, me senti muito envergonhada por morar em Curitiba, quando ouvi,  pessoas de outras cidades, dizendo que a cidade era linda, mas o festival uma vergonha em termos de organização. Isso é revoltante, pois nós, público queríamos assistir, os artistas tinham uma excelente qualidade e queriam se apresentar, mas a organização desconsiderou  a todos, oferecendo uma estrutura sofrível e vergonhosa.</p>
<p>Para dar mais um exemplo: ontem, chovia dentro da Ópera de Arame, na cabeça da banda da Adriana Calcanhoto e na platéia e, apesar disso, todos fizeram um excelente espetáculo, a banda e a Adriana que foram maravilhosos e a platéia que cantou forte junto com eles, apesar de estar molhada também.</p>
<p>Como cidadã de Curitiba não posso me conformar com isso, nós não merecemos isso&#8230;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre o ato médico&#8230;</title>
		<link>http://kolinskifischer.wordpress.com/2010/03/15/sobre-o-ato-medico/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[equipe de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[humanização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho interdisciplinar]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não estou aqui para discutir o conteúdo deste projeto de lei que tramita no governo.</p>
<p>O que eu gostaria de comentar neste post é o seguinte: será que em nossos discursos, na grande maioria, inflamados e encarando tudo como ofensa pessoal, não estamos nos esquecendo de quem deveria ser o objetivo de tudo o que fazemos, ou seja,  pessoas a quem atendemos, que nos procuram quando estão sofrendo, esperando que nós, com nosso conhecimento, possamos ajudá-las?</p>
<p>Hoje entrei em vários sites e fóruns de discussão, favoráveis e desfavoráveis ao ato médico e não vi em nenhum deles qualquer demonstração de respeito ou preocupação com os pacientes/clientes, somente profissionais preocupados em defender seus próprios interesses e sua fatia do mercado. Que grande decepção&#8230;</p>
<p>Prezados colegas, nossos pacientes precisam de uma equipe de saúde eficiente e não de uma guerra de egos. Me parece no mínimo rídiculo que pessoas esclarecidas, com formação técnica de qualidade não consigam se ouvir e chegar a um acordo coerente e legítimo sobre a melhor maneira de cuidar da saúde de nossos semelhantes, de forma integral e humanizada.</p>
<p>Será que é tão difícil ver que nossos conhecimentos são complementares e não divergentes? Que se cada um de nós se preocupasse em ser o mais competente possível em sua área de atuação, trabalhando de forma ética e honesta, não seria necessário temer tanto a presença do colega de trabalho? Então, seria possível realmente trabalhar em equipe. Um mundo onde um só profissional dá conta de cobrir todos os aspectos da vida de um ser humano e possa trabalhar isolado, não existe. Ou será que alguém ainda acredita que é super herói ????</p>
<p>Parece que todos nós estamos enxergando de forma simplista demais  um ser que é complexo e multifacetado. Enxergar as pessoas desta forma é, no mínimo, desrespeito.</p>
<p>Que tal esquecermos um pouco nossos egos e trabalharmos para o bem da coletividade, como parceiros e não como competidores?</p>
<p>Tudo isso me assusta, pois sempre tive o privilégio de trabalhar com pessoas supercompetentes de todas as áreas (psiquiatras, neurologistas, pediatras, ginecologistas, oncologistas, enfermeiros, nutricionistas, fonoaudiólogos, terapêutas ocupacionais, fisioterapeutas, odontólogos e outros) e não consigo enxergar um trabalho realmente sério, honesto e eficaz que seja realizado de forma isolada. Formamos uma rede e, desta forma, se faltar alguém, esta rede fica com falhas e quem perde é o paciente.</p>
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		<title>O quanto estou disposto a investir em mim???</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kolinskifischer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[           Na semana passada, uma amiga postou no seu blog um vídeo sobre a relação fornecedor/cliente. Achei muito interessante o seu comentário. Como ela é artesã (http://artesanal.wordpress.com) falou sobre a forma como algumas pessoas encaram o fato de ter que pagar para obter um serviço neste setor. Como se fazer trabalhos artesanais fosse um passa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kolinskifischer.wordpress.com&amp;blog=3655272&amp;post=205&amp;subd=kolinskifischer&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>           Na semana passada, uma amiga postou no seu blog um vídeo sobre a relação fornecedor/cliente. Achei muito interessante o seu comentário. Como ela é artesã (<a href="http://artesanal.wordpress.com">http://artesanal.wordpress.com</a>) falou sobre a forma como algumas pessoas encaram o fato de ter que pagar para obter um serviço neste setor. Como se fazer trabalhos artesanais fosse um passa tempo e não implicasse em dedicação, conhecimento e investimento em materiais. Quem conhece o trabalho dela sabe que tudo é feito com o maior capricho e muito talento, horas de trabalho e dedicação.</p>
<p>                       Depois de ler o post refleti sobre a posição dos profissionais que se propõe a prestar alguns tipos de serviços na área da saúde. Posso falar da Psicologia, por experiência, pois atendi em consultório por 10 anos, atividade que interrompi no ano passado, justamente por falta de tempo e disposição para investir no seu bom funcionamento.</p>
<p>                       Para quem olha de fora, parece simples, monta-se um consultório, agenda-se os clientes/pacientes e pronto. Pra que cobrar tanto pelas consultas se o &#8220;material&#8221; usado é tão simples, alguns jogos, brinquedos, mobília e a pessoa do profissional?</p>
<p>                        Infelizmente são esquecidas aí as despesas mínimas com a estrutura física: aluguél, luz, condomínio, impostos. Além dos custos com a formação do profissional (graduação e pós graduação) e a necessidade de investimentos constantes no aprimoramento e na atualização dos estudos.</p>
<p>                      Ah!!! e o fator tempo&#8230; Tempo para aprender mais, estudar mais, total disponibilidade para ouvir o outro,  com ética, respeito e a certeza de oferecer a ele o melhor trabalho.</p>
<p>                      Quantos custos aí embutidos&#8230;</p>
<p>                      No entanto, na hora de cobrar pelo trabalho que se oferece por que algumas pessoas se assustam?</p>
<p>                     &#8220;Acho melhor tentar resolver isto sozinho&#8230;&#8221; Pensam alguns.</p>
<p>                     Ficam aqui alguns pontos para a reflexão: ninguém se questiona se é melhor usar o carro, avião, ônibus etc, para ir de um lugar para o outro ou seria melhor usar um carro de bois ou o cavalo, como se fazia antigamente. Todos nós queremos mais qualidade de vida e aproveitamos, ou pelo menos tentamos aproveitar, tudo o que há de novo e para nosso conforto.</p>
<p>                  Ninguém opta por um tratamento com analgésico (indicado pela vizinha) se sabe que tem uma doença para a qual existem tratamento médico específico e medicamentos modernos. Certo? Ou pelo menos não deveria, pois a medicina evolui a cada dia para proporcionar um melhor atendimento.</p>
<p>                  E por que sofrer mais tempo e &#8220;sozinho&#8221; se está difícil superar alguma dificuldade de relacionamento, de trabalho, familiar, alguma perda, trauma, se existem profissionais capacitados a auxiliar no entendimento e redirecionamento destas questões para proporcionar mais qualidade de vida e bem estar? Por que tem que pagar pelo atendimento?</p>
<p>                 Não se paga pelo carro, pela passagem de avião, pelos medicamentos ???</p>
<p>                 Será que o problema é investir tempo e recurso financeiro para olhar para si próprio com mais atenção, olhar para o que se faz com os preciosos dias de vida que se tem e o que  se está  &#8221;construindo&#8221; para si mesmo?</p>
<p>                 Retomo a pergunta inicial: O quanto estou disposto a investir em mim, na qualidade de vida da minha família, no meu crescimento pessoal?</p>
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